Dia Mundial de Combate ao Fumo: O uso do Narguilé

Dia Mundial de Combate ao Fumo: O uso do Narguilé

Dia Nacional de Combate ao Fumo reforça ações para sensibilizar e informar sobre os danos causados pelo tabaco.

Criado em 1986, pela Lei Federal 7.488, o Dia Nacional de Combate ao Fumo estabeleceu uma normatização voltada para o controle do tabagismo como problema de saúde coletiva.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tabaco é responsável pela morte de oito milhões de pessoas ao ano, e dessas, 900 mil são fumantes passivos, ou seja, não fazem uso do cigarro, porém inalam a fumaça vinda do tabaco.

De acordo com o médico Diogo Telles Dias de Moura, o tabagismo aumenta o risco para as principais doenças crônicas, que são a maior causa de mortalidade humana, respondendo por 68% dos óbitos (infarto cardíaco, acidente vascular encefálico e enfisema e bronquite crônica). Os produtos relacionados ao tabaco matam seis em cada dez consumidores. Além disso, o tabagismo também está relacionado como fator de risco para inúmeros tipos de câncer, destacando-se o de pulmão, sendo causa de 90% dos casos.

Dia Nacional de Combate ao Fumo

Neste ano de 2019, as ações que permeiam o Dia Nacional de Combate ao Fumo têm como tema “Tabaco ou saúde pulmonar – o uso do narguilé”, chamando a atenção para os riscos de doenças pulmonares advindas do tabaco e produtos derivados, o que inclui este cachimbo de origem oriental. Um dado de 2008 mostrado pela Pesquisa Especial sobre Tabagismo (Petab) mostrou que, no Brasil, havia quase 300 mil consumidores de narguilé.

“A concentração de nicotina no narguilé é extremamente alta. Uma hora de inalação corresponde a 100 cigarros comuns”, afirma o médico. Ele ainda destaca que os riscos oferecidos são os mesmos relacionados ao cigarro comum, porém em proporções incomensuráveis. “A Sociedade Brasileira de Pneumologia entende que o narguilé e inclusive os cigarros eletrônicos não poderiam ter sua comercialização autorizada, devendo vigorar as mesmas normas de controle do relacionadas ao cigarro”, explica Diogo.

Mais sobre o tabagismo

Ainda segundo informações dadas pelo médico, recentemente foi descoberto que os efeitos danosos do tabagismo ultrapassam gerações, ou seja, se a avó materna, por exemplo, era fumante, há chances de seu neto ter maior risco de asma, mesmo a mãe da criança não sendo fumante.

Sobre o tabagismo passivo, sabe-se que é a terceira causa de morte evitável no mundo, ficando atrás apenas do tabagismo ativo e do consumo de álcool. “Estima-se que existam dois bilhões de tabagistas passivos, sendo que 700 milhões são crianças, nas quais são causados inúmeros efeitos no trato respiratório, bem como efeitos negativos no desenvolvimento, especialmente no crescimento fetal”, conclui Diogo.

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